Personagens

Festeiros

O festeiro -também chamado de imperador do Divino-, é a figura central nos rituais e organização da festa. O casal de festeiros é formado por devotos indicados por ex-festeiros que são submetidos ao crivo final do bispo diocesano. Além das tarefas de angariar recursos e de fazer o controle administrativo, os festeiros devem percorrer os subimpérios fazendo um trabalho de divulgação da festa. Era na casa dos festeiros que antigamente ficava o Império, principal altar em louvor do Espírito Santo onde são expostos a coroa, o cetro e as bandeiras dos devotos. Atualmente o Império fica na praça da matriz da cidade. A boa disposição dos festeiros e seu bom relacionamento com a comunidade são alguns dos principais fatores para o êxito da festa. Veja a relação de festeiros e capitães-do-mastro desde 1899 até hoje.

Capitães-do-Mastro

O casal de capitães-do-mastro é o principal colaborador dos festeiros. Eles são indicados pelos novos festeiros, escolhidos dentro de seu círculo de amizades ou dentre seus familiares e posteriormente aprovados e proclamados pelo bispo da Paróquia da Diocese de Mogi das Cruzes. Estão sempre ao lado dos festeiros contribuindo em eventos e rituais da festa. Sua função ritualística mais importante é a de guardar e preparar um mastro para ser erguido à frente da matriz na véspera do Domingo de Pentecostes. Veja a relação de festeiros e capitães-do-mastro desde 1899 até hoje.

Imperador

A figura do Menino Imperador do Divino relembra o culto popular da Festa de Coroação do Imperador do Divino Espírito Santo, iniciado em Portugal pelo rei D. Diniz e pela rainha Isabel no século XIV. Leia mais sobre o imperador em história.

Rezadeiras

A partir do início do ano, as equipes de rezadeiras começam a sua peregrinação pelas casas de centenas de devotos, onde acontecem as rezas comunitárias.

Doceiras

Duas a três semanas antes da festa, tem início o trabalho das chamadas “abelhinhas do Divino”. São dezenas e dezenas de devotas que, diariamente, se dedicam ao preparo dos doces tradicionais da festa, que podem ser feitos com antecedência, sem perigo de estragar. São os tradicionais doces de abóbora, laranja, mamão, cidra e batata-doce, vendidos na quermesse e distribuídos nas creches e orfanatos.

Lanterneiros

São devotos do Divino que mantêm a secular tradição de transportar as rústicas lanternas nas alvoradas e passeatas noturnas, relembrando um costume dos tempos em que não havia luz elétrica na cidade.

Bandeireiro

O bandeireiro é um elegante cavaleiro que carrega a bandeira do Divino bem enfeitado dentro das tradições da festa, com flores e fitas nas cores branca e vermelha. Antigamente, ele era quem comandava as folias pelas roças afora, na coleta de esmolas. Hoje, sua função é abrir o cortejo da entrada dos palmitos.

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