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  • Religiosidade da festa é resgatada, afirma bispo

    25.05.15 - 16:49 | Notícias, Notícias da Festa

    O resgate do aspecto religioso da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes foi o que mais marcou a edição da festividade neste ano. A afirmação é do bispo da Diocese de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, que participa há três anos da festividade mogiana. Ele deixa claro, contudo, que o aspecto cultural e folclórico, é tão grandioso que não pode deixar de ser mencionado. “O aspecto festivo, o da diversão, é tão importante quanto o religioso. Tudo está junto, mas isso tudo vem complementar, como se fosse o arremate. Mas o fundamental é realmente mostrar que a Festa do Divino é uma festa religiosa, da igreja, da Diocese de Mogi das Cruzes, que está muito agradecida de poder contar com a união de tantas forças, a começar pela Imprensa, aos órgãos e espaços públicos e da Associação Pró-Festa do Divino, para a sua realização. Enfim, é uma inspiração de Deus.

    Dom Pedro ressalta que a igreja fez a experiência de família na festa de ano, que teve como festeiros o casal Célio Roberto Cunha Mello e Maria Isabel da Silva Mello e como capitães de mastro Marcelo e Sueli Braz: “Foi uma experiência de amor e santidade, porque o Espírito Santo é a santidade, que vai se irradiando, por meio dos seus dons, a todos nós. O balanço da Alvorada, portanto, é extremamente positivo, mais do que isso, abençoado”.

    O capitão de mastro, Marcelo Braz, acredita que ele e sua esposa, Sueli, e o casal de festeiros Célio Roberto e Maria Isabel trabalharam muito nessa questão da religiosidade. ” Nós dizemos na Igreja que o Espírito Santo assopra onde quer, e graças a Deus ele nos abençoou e estamos colhendo frutos. Fizemos um trabalho forte no sentido de dar um enfoque religioso para a festa, respeitando as partes folclórica e cultural que ela possui. Graças a Deus, acredito, pelo que vimos nas alvoradas e nas missas da novena, os devotos participaram muito”.

    Para o festeiro, Célio Roberto, a devoção dos fiéis serve para alimentar a alma das pessoas e acalmar os corações dos devotos. “Todo mundo que tem Deus no coração, são pessoas boas e o mundo precisa disso para se tornar cada vez melhor. Agora imagine um mundo sem Deus, é complicado, né? Graças a Deus, o Espírito Santo foi muito generoso conosco, com os casais, conseguimos muitas ajudas, e isso nos empolgou e de tal maneira pudemos conduzir a festa que chega ao seu fim hoje [domingo], depois de nove meses de trabalho e dedicação. Nós não nos conhecíamos, acabamos nos conhecendo e posso afirmar que hoje somos uma grande família, fonte de amor e santidade”, comenta Célio, citando o tema da festa deste ano, ao mencionar o carinho que ficará entre a sua família e a dos capitães de mastro.

    Igualmente emocionada, a capitã de mastro Sueli Braz Sueli enfatiza a sensação de dever cumprido: “Nós sentimos, e falo isso em nome do meu marido, Marcelo, e do Célio e da Isabel, que a nossa missão começou a ser cumprida, porque, quando a gente consegue transmitir serenidade, simplicidade, por meio de uma festa tão grandiosa que é a Festa do Divino, nós conseguimos de fato alcançar corações, fazer as pessoas refletirem, mas de uma maneira mais simples, porque Deus é simples, e a simplicidade está aí, e o nosso legado é esse, é a fé. Prova disso tudo é esse povo todo que foi às ruas, que colaborou, as pessoas que nos ajudaram, isso sim é o que prevalece e isso é o que basta. A fé não pode ser esmorecida, nós temos de ser fervorosos”. Sueli lembra, ainda, a função dela e de seu marido, como capitães de mastro, era a de guardar a fé. Todos nós, festeiros, ex-festeiros, rezadeiras, devotos, voluntários, colaboradores, todos que nos ajudaram, fomos “soldados de Deus, soldados da fé”. “Conhecer a festa pelo que se vê é uma coisa, porque a gente vê só a parte boa dela, mas nós temos as pedras no caminho para o preparo, percalços que são superados com muita oração e a força que o Espírito Santo nos dá, dia a dia, para que possamos chegar onde precisamos. Nós também temos as nossas famílias, os nossos trabalhos, nós temos as dificuldades e temos de lidar com tudo isso. Só pela força do Espírito Santo, porque humanamente nós não conseguiríamos seguir adiante. Conheci muitas pessoas queridas, que realmente Deus colocou no nosso caminho para agregar muito mais valores, valores de fé”.

    Maria Salas
    Assessoria de Imprensa da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes de 2015

     

     

     

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