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  • Fé e homenagem | Entre rezas e cantos, devotos chegam ao Cemitério São Salvador

    19.05.15 - 9:13 | Notícias, Notícias da Festa

    Alvorada desta segunda-feira (18/05) saiu do Império às 5 horas, com fiéis louvando o Espírito Santo em um amanhecer não tão frio como nas outras madrugadas; Santa Missa foi celebrada pelo bispo diocesano.

    Foto: José Carlos Cipullo

    Foto: José Carlos Cipullo

    “Não há nada mais abençoado do que começar a semana louvando o Espírito Santo e sendo abençoada pelo santo bispo [dom Pedro Luiz Stringhini]”. A afirmação é da aposentada Ângela Godoy, de 65 anos, que há 18 anos “não perde por nada” as Alvoradas da Festa do Divino Espírito Santo. Bastante emocionada, ela carregava a sua bandeira, herança de suas avós Anita e Cida: “Foram elas que me deixaram esse legado de ser devota do Divino. Agora, passo isso para os netos”, contou ela, entre lágrimas, que explicou o motivo. “Eu não conheci a minha mãe [Maria José], que morreu 40 dias após o meu nascimento. Por isso, choro. E devo tudo às minhas vós que me iniciaram nessa devoção”.

    Moradora da Vila Lavínia, ela estava dentre os milhares de fiéis que acompanharam, ontem, a terceira Alvorada. “Graças a Deus nem está tão frio hoje [ontem]”, emenda. Nesta terça-feira (19/05), o cortejo tem como destino a Santa Casa de Misericórdia de Mogi das Cruzes. As Alvoradas prosseguem até o fim da Festa do Divino, no próximo dia 24, sempre às 5 horas, com concentração em frente ao Império, na Praça Coronel Almeida, no Centro. Diariamente, o cortejo é acompanhado pelos violeiros da Folia do Divino Espírito Santo de Biritiba Ussu.

    Nesta segunda-feira (18/05), às 5 horas em ponto, os devotos – entre crianças, jovens e adultos, homens e mulheres -, com suas bandeiras [símbolo sagrado que representa, para eles, o Espírito Santo] ou sem elas, saíram em procissão para louvar o Espírito Santo por meio da reza da Coroa do Divino e cânticos religiosos, renovando a sua fé por meio dos sete dons do Divino (fortaleza, ciência, conselho, sabedoria, pieda­de, entendimento e temor a Deus).

    À frente do cortejo, os 15 lanterneiros, devotos que carregam as lanternas para iluminar o caminho, o bispo diocesano dom Pedro Luiz Stringhini e outros padres. Logo atrás, estavam os festeiros deste ano Célio Roberto Cunha Mello e Maria Isabel da Silva Mello e capitães de mastro Marcelo e Sueli Braz, acompanhados por integrantes da Associação Pró-Festa do Divino, dentre eles o presidente Leonídio Sales de Abreu e sua esposa, Sylvia de Abreu, que coordena as Alvoradas, e demais fiéis. Todos atentos aos chamados de João Pires, voluntário que há anos se encarrega de ‘puxar’ a Alvorada.

    Foto: José Carlos Cipullo

    Foto: José Carlos Cipullo

     

    Ao chegar no Cemitério São Salvador, assistiram a missa, presidida pelo bispo diocesano dom Pedro Luiz Stringuini, com o auxílio dos padres Thiago Cosmo, Deoclécio Ribeiro Silva e Antônio Jeová, além do diácono Valmir.

    “Estamos aqui para renovar a nossa fé e lembrarmos que o Senhor é a nossa salvação, e diante dele nada teremos, nem mesmo as intempéries da vida e nem a própria morte. Estamos aqui na morada dos mortos, que é também o sinal mais realista da vida eterna e da ressurreição. tudo isso nos prepara para recordarmos a palavra do Nosso Senhor: ‘Eu sou a ressurreição e a vida. Quem vive e crê em mim não morrerá, viverá eternamente'”, destacou o bispo.

    Já abençoados pelo bispo diocesano, todos seguiram ao Salão Paroquial da Catedral de Santana, onde foi servido o tradicional café, acompanhado de pão com mortadela e o biscoito.

    Maria Salas
    Assessoria de Imprensa da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes de 2015

     

     

     

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